domingo, 9 de março de 2014

Quanta fragilidade ainda existe em ser mulher



Muitos não sabem, mas dou aulas numa escola pública dentro de uma comunidade no Rio de Janeiro e no ano passado, exatamente no dia internacional da mulher, houve um crime bárbaro que mexeu absurdamente comigo – uma mulher linda, nova às duas horas da tarde, foi morta e estuprada na rua, sem que ninguém desse queixa contra essa ardilosidade.
Fiquei muito tempo e ainda fico com medo de entrar e sair da comunidade e foi então que pude perceber como qualquer uma de nós pode ser um alvo fácil na mão de homens e mulheres também que queiram o nosso mal – somos realmente um ser muito frágil... E muito passivo em muitas horas... Isso é uma pena porque o ser cruel usa da nossa subordinação para usufruir da sua ardilosidade .
Somos passivas na hora em que achamos que o outro só vai nos amar se fizermos tudo do jeito que ele quer, negando toda a nossa história de vida, nossa maneira de pensar e de agir.
Será que temos que deixar mesmo para trás nossos filhos de outros casamentos, nossa família, nossos estudos, nossa vida por causa de um “novo” amor? Isso mesmo um “novo” amor que você nem mesmo tem como prever se vai dar certo ou não, por mais que você jogue todas as suas peças no tabuleiro!
E esse seu medo de perdê-lo só mostra o quanto você é submissa, se menospreza e desconhece seus valores. Vamos às suas grandes descobertas? Que tal um passeio em busca de si mesma num Coaching ou numa psicoterapia?
Isso vai te enriquecer de conhecimentos sobre si mesma capazes de te oferecer ferramentas para se libertar de amarras que você sempre considerou como provas de amor e na verdade eram só demonstração do quanto você pode mais por você mesma! Se conhecer não dói tanto assim, é uma viagem cheia de histórias e o final é surpreendente!

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