quarta-feira, 13 de novembro de 2013

É possível resgatar um relacionamento longo e infeliz?



No mundo em que vivemos, ainda é muito normal encontrar pessoas apegadas ao passado e sem ânimo para mudar a sua vida afetiva. Com isso, vivem acorrentadas a um relacionamento, com medo de se arrepender ao dar um ponto final, pelo fato de não terem certeza de que vão encontrar alguém melhor no futuro. Mas será que isso vale a pena? Será que é preciso ficar infeliz para sempre do lado de alguém só para manter o estado civil?

Há, ainda, aquelas pessoas que preferem acreditar na instituição "casamento" como um porto seguro, mas buscam o prazer carnal em relacionamentos extraconjugais, sem se soltarem do parceiro com quem casaram. Comportamentos desse tipo só demonstram o quanto há vários relacionamentos longos e infelizes na sociedade e como as pessoas não têm coragem de encarar o fato principal: elas não vivem felizes e ainda trazem para o relacionamento muita frustração e maiores desgastes.

Quem tem filho e passa por essa situação, costuma justificar esse tipo de comportamento com argumentos relacionados aos possíveis traumas que as crianças podem sofrer com a separação dos pais. Outra maneira de se sentir preso a esse tipo de relação ocorre quando as pessoas escolhem manter um relacionamento falido por medo de perder o conforto e a estabilidade financeira que conseguiram conquistar com o parceiro. Nesses casos, reflita: vale a pena viver do lado de alguém só por esses motivos? E onde fica o amor pelo outro e também o seu amor próprio?

Um fator que costuma unir as pessoas é a crença de que será possível contar com o outro até a velhice. Mas até que esse momento chegue, será que não há tempo suficiente para você cuidar de si mesmo? Não é justo usar o outro como uma bengala. Outro ponto importante para quem tem filhos: será mesmo que as crianças não vão sofrer mais ao perceberem que entre seus pais não há amor e sim outros fatores que os prendem e os fazem manter a relação?

Abrindo mão do passado

Imagine quanto mal as pessoas causam para si próprias quando vivem uma relação com alto nível de toxidade. Afinal, se não há amor, amizade e companheirismo, o que mais pode existir entre um casal?"Imagine quanto mal as pessoas causam para si próprias quando vivem uma relação com alto nível de toxidade. Afinal, se não há amor, amizade e companheirismo, o que mais pode existir entre um casal?"
 
Não seria melhor se houvesse mais desapego de ideias, de medos e de carências para escolhermos o nosso parceiro por toda uma vida?

Se soltar do passado é abrir mão de algo bom que passou. Mas acima de tudo é preciso viver no presente a liberdade de ser feliz, longe de prisões que não trazem mais benefícios do que a paz interior. Saber que você faz o melhor para ser feliz é ter certeza de que nada pode ocupar o lugar de um amor verdadeiro, puro e cheio de harmonia entre os pares. Então, por que você ainda teima em se amordaçar e em se fazer mal, ao invés de se abrir para o novo?

Se você tem dúvidas sobre o que se passa com você, se realmente seu relacionamento está por um fio sustentado apenas por valores externos ao amor, pergunte-se:
  • Existe a possibilidade de você enxergar um futuro melhor entre vocês dois?
  • Você está nesse relacionamento por amor a si mesmo e ao outro, ou só porque não acha que é capaz de ser amado por uma nova pessoa?
  • Você acha que faz mais mal a si mesmo mantendo essa relação sem amor do que se estivesse disposto a encarar a realidade?
  • E o outro, você acha que ele merece ter um relacionamento melhor do que vocês hoje podem se oferecer?
  • Você sente que está prendendo alguém a você por causa dos seus caprichos?
Se alguma de suas respostas foi positiva, reflita mais sobre o assunto e descubra se vale realmente a pena fechar esse ciclo e iniciar uma nova vida. A resposta está dentro de você.


Artigo publicado em:

Personare:  http://www.personare.com.br/e-possivel-resgatar-uma-relacao-infeliz-m4186





Reclamar que não acha emprego adianta?

Muitas pessoas que estão buscando um emprego ficam muito inconformadas com a sua situação e acabam fazendo do ouvido alheio um lugar comum de reclamações sobre a sua situação. Não fica chato demais estar do lado de quem só reclama? Será mesmo que enquanto o seu emprego não aparece, você precisa ficar desse jeito? Será mesmo que esta é a melhor maneira de passar o tempo enquanto você não é chamado para a entrevista?

Certamente, a sensação de espera pela nossa oportunidade não é nada boa de ser vivida por muito tempo, ainda mais se temos os nossos compromissos financeiros e as datas de vencimento das faturas começam a se aproximar. Mas então, como passar esse tempo sem nos tornarmos cansativos até para nós mesmos?

Uma boa alternativa é se entreter e aproveitar um pouco do seu tempo se atualizando sobre os novos filmes do mercado. Inclusive, vale até mesmo procurar pelo DVD daquele filme que você não assistiu quando passou no cinema. Ler bons livros, ouvir músicas da sua preferência também são atitudes que podem construir bons momentos nessa espera que parece que não tem fim, principalmente, porque quanto mais queremos que o tempo passe, mais sofrida é a espera.

Ser seu pior inimigo nesse momento, nutrindo a ansiedade e até mesmo pensamentos ruins sobre o que pode te acontecer se você não conseguir um emprego dentro de um prazo estipulado só vai te levar para dentro de um buraco emocional que, certamente não vai passar despercebido no momento da entrevista, isto porque simplesmente não conseguimos disfarçar tão bem o que se passa dentro de nós, não é verdade?

Experimente tomar essas poucas atitudes por uma semana para descobrir o que pode mudar tanto dentro de você como fora. Tenho certeza de que as pessoas ao seu redor vão perceber a sua mudança de postura frente ao seu novo emprego e também vão curtir muito mais a sua companhia! Acima de tudo, acredite que o emprego que você quer também está procurando por você!

Artigo publicado na Catho:
http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/colunistas/bruna-rafaele/reclamar-que-nao-acha-emprego-adianta